Música Brasileira de todos os tempos! Últimas notícias do Dois do Brasil
Dois do Brasil 17 Anos de Música Brasileira

domingo, 29 de janeiro de 2012

Dois do Brasil no Novotel Morumbi


Guto Maia e Rossana Rosengarten tocaram todos os sábados de janeiro na feijoada do Novotel Morumbi.
Agradecimentos a todos os funcionários. Aqui, nós com a "baiana"  Viviane Basilio


Dois do Brasil, 17 anos de música em março!
Dois do Brasil    17 Anos de Música Brasileira

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Alguma Coisa Acontece No Meu Coração...

O Hotel São Paulo Hilton Ipiranga, encerrou suas atividades em dezembro de 2005.

Programa: Conte Sua História de São Paulo 
Rádio: CBN/São Paulo
Narração: Milton Jung 
Texto: Guto Maia
Rossana Rosengarten e Guto Maia (Dois do Brasil)
apresentaram-se por 5 anos aos sábados e domingos no Hilton Ipiranga.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dalmiro, 86 anos!

A Choperia Krystal, nas Perdizes, existe há 40 anos, e seu fundador, o espanhol Dalmiro, querido e respeitado por funcionários, amigos e clientes, completou 86 anos, metade deles dedicados à Krystal.
Uma festa merecida, digna do reconhecimento de todos a um imigrante que veio e venceu com talento, trabalho e determinação, o que fez da Choperia Krystal uma casa da moda há 40 anos. Parabéns!
Dalmiro, o patriarca fundador da Krystal
Rossana Rosengarten e Guto Maia, todos os sábados
O Dois do Brasil (Guto Maia e Rossana Rosengarten), tem orgulho de pertencer a essa família há 7 anos, fazendo a música da casa todas as noites dos sábados

A Choperia Krystal oferece música brasileira aos sábados a partir das 21 horas.

Rua Cardoso de almeida, 754 - Perdizes São Paulo
11 3862-9599

Leia o que se fala da Krystal na internet.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Fim de férias: 7 de Janeiro, de volta à Krystal e Novotel Morumbi

Dois do Brasil retorna dia 7, se apresentando todos os sábados de janeiro na feijoada do Novotel Morumbi, a partir das 12 horas.

À noite, a partir das 21 horas, estarão pelo sétimo ano na Choperia Krystal, na Cardoso de Almeida.


Rua Min. Nelson Hungria, 450 - Morumbi São Paulo
11 3787-34000

Rua Cardoso de almeida, 754 - Perdizes São Paulo
11 3862-9599

domingo, 30 de outubro de 2011

Um casamento arretado de bom und lustig!!!


Texto dos Músicos:
"Pense num casamento de duas pessoas simpáticas, divertidas, e muito engraçadas, com convidados idem:
Tivemos o privilégio de fazer a música desse evento inesquecível!!!
Beijos e votos de felicidades aos noivos, Luiz e Livia, novos amigos inter-raciais, inter-continentais e inter-galáticos!
Desejamos a vocês toda a sintonia e harmonia do nosso mundo musical!
E, ao Bistrô Gourmet Arandanos, gratos pelo suporte.
Guto e Rossana"



sábado, 15 de outubro de 2011

Evento Mercedes Benz com música do Dois do Brasil


Hoje, 15/10, Guto Maia e Rossana Rosengarten em confraternização oferecida pela presidência da
  Mercedes-Benz do Brasil

Família arretada!


Caros Amigos
Seguem abaixo dois links para cês darem uma olhada.
O primeiro é a crítica publicada ontem no sitio da Revista Concerto por Irineu Franco Perpétuo.
E o especialista mandou ver, com todas as letras, que a Òpera é o grande espetáculo de 2011 no Theatro Municipal.
De fato, um belo trabalho, meticuloso, cheio de detalhes, para uma música rica e moderna.
Com um detalhe: tanto a orquestra, como o Coral Paulistano e o ballet já são velhos de guerra. Mas, a meninada do Coro Infantil foi formado nestes últimos 5 meses!!!
Estão ralando, o meu Tomás tá no prego... porém, os resultados estão acontecendo.
O segundo link: uma das mídias televisivas que estava lá na estréia.
Um extra: para quem ainda não viu, o blog que profª Tãnia está produzindo e já foi elogiado por Naomi Munakata e Jamil Maluf, entre outros. Visite-o cê também!!!
Abraços

sábado, 1 de outubro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Guto e Rossana no deck da Price Water House Coopers

 
No próximo dia 30 de setembro, em homenagem ao Dia da Secretária, a Price Water House Coopers, recebe no elegante deck do topo do seu edifício, no Centro Comercial Água Branca, na Av. Francisco Mastarazzo, em São Paulo, a música de Guto Maia e Rossana Rosengarten.

domingo, 4 de setembro de 2011

Casamento Fernanda e Eduardo - 3 ago 2011 - Capim Santo


Agradecimento:
Eron Pinheiro Produções

          Fones : 3837-9767  /   7876-2211  ID  118*3464  /  8225-0952

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

CHARLES NÃO LEVA mais A VIDA NA FLAUTA!

foto- Agenda do Samba & Choro
Por José de Almeida Amaral Junior

Quando a cantora soul londrina Amy Winehouse há pouco morreu aos 27 anos houve uma comoção generalizada. Toda a mídia repercutiu o fato e uma multidão correu para frente de sua residência, assim como para as gôndolas das lojas de música a fim de adquirirem os seus dois únicos trabalhos. Dona de uma voz com um timbre bastante especial Amy Winehouse foi, então, guindada à condição de 'diva' e 'maior estrela da música pop' no século XXI. Sua passagem jogou seus discos para o topo na parada de sucessos britânica, provocando reedições e o estímulo para que se 'raspasse o tacho' de gravações não utilizadas ou ainda em elaboração a fim de se construir um álbum póstumo. O Daily Mirror falou em material para 3 discos. Coisa para total delírio e deleite dos fãs. E, claro, da própria indústria fonográfica, sempre cheia de boas intenções.

Amy Winehouse, filha de um casal classe média cujo pai taxista gostava de jazz, foi outra vítima do sistema que envolve o show business. Mais do que o seu punhado de Grammys pelo segundo disco, "Black to Black" (2006), inegavelmente uma grande obra do pop contemporâneo, a moça foi extraordinariamente divulgada e conhecida pelas suas tristes imagens patéticas, fora de si, bêbada, drogada, em processo de emagrecimento, exploradas até a última gota pela imprensa, pela máquina da indústria de diversão, sem reflexão cabível, num total oba-oba.

Chega, então, o desenlace óbvio, e consigo as hipócritas conclusões: ‘mais uma que vai tão cedo...’ Amplia dessa maneira o fúnebre time dos 27 junto a Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Brian Jones, Kurt Cobain entre outros que partiram tão jovens. Todos inspirados e amados músicos que, após a frenética vida de popstars, acabaram vencidos por esse liquidificador psicológico, sendo como que sacrificados ao sistema-divindade completamente insano que foram introduzidos. Frágeis e entregues, morrem sozinhos.

Coincidentemente, dias atrás, o jornal Folha de São Paulo publicou um artigo mostrando a situação precária vivida por um outro músico, este brasileiro e de qualidade formidável, Charles Pereira Gonçalves, o Charles da Flauta. Confesso que há cerca de dois para três meses já estava tendo noticias dele através de conhecidos em comum, gente de grande coração da Escola Municipal de Música, que o avistaram e o contataram no Centro Velho, sobrevivendo debaixo de um viaduto em total mendicância.

Charles nasceu em uma família humilde, mas ela tinha algo de especial. Os meninos desenvolveram grande talento musical que logo foi explorado pelo pai, na intenção de diminuir as dificuldades da vida. Ele e irmãos, pequenos ainda, sob as vistas do pai, iam para a cidade tocar nas calçadas, para capturar os ouvintes, os transeuntes que sempre passam apressados em seu quotidiano. Mas, com os meninos, com o som produzido por eles, algo de diferente ocorria em meio à selva de pedra paulistana, aos seus ruídos incessantes e, assim, eram obrigados a parar para ver e ouvir. Aplaudir e, claro, dar uma colaboração, um cachezinho, pelo espetáculo bonito e em lugar tão inusitado. Charles é um virtuose. Um flautista excepcional cuja categoria foi reconhecida por talentos inquestionáveis como os mestres Altamiro Carrilho e Toninho Carrasqueira. A ele foram então dadas oportunidades. Aos 14 anos gravou um antológico LP de choro, em 1988, cujas opiniões chegaram ao ponto de dizer que o moleque era uma reencarnação de algum flauta de alto nível. E surgiram então as chances de estudar fora, com bolsa, na Europa. Grande oportunidade. Tudo, assim, parecia caminhar para um final feliz, como uma história de contos de fada ou de cinema. Porém, havia um obstáculo que se tornou intransponível para ele. E, desde o início dos anos 1990, seu rumo foi outro, muito diferente. E, cruel.

O senso comum acredita que a droga é algo que, quando o sujeito passa a consumi-la, ele a abandona quando quer. Assim, como se fosse um refrigerante ou um chiclet de bola. O sujeito diria: - "Chega!", e pronto, estaria acabado. Ledo engano. Lamentavelmente a coisa não é assim. Isso é um profundo equivoco. Charles encontrou a maconha e uma rede de possibilidades que lhe facilitavam o acesso. Grande músico, muitos convites, tapinha nas costas, noitadas, más companhias, estrutura psicológica frágil e respaldo insuficiente. A coisa assim foi ganhando vulto até não poder mais. Hoje ele é consumidor de crack. Já foi preso, perdeu suas flautas transversas, ficou sem recursos e, todas as vezes que dispõe de algo, acaba sendo levado pelo ambiente que o cerca. A vida nas ruas é muito áspera e sem garantias de amanhã.

De acordo com a Faculdade de Medicina da USP a dependência química é uma síndrome caracterizada pela perda do controle do uso de determinados agentes psicoativos. Eles atuam sobre o sistema nervoso central, provocando reações e estimulando o consumo repetido dessa substância. Dependência química é uma das doenças psiquiátricas mais freqüentes da atualidade. E as pesquisas do Hospital das Clinicas mostram que está se ampliando o uso de crack em relação à cocaína. Ele atinge o sistema nervoso central de maneira mais rápida e intensa que a droga aspirada. Gera uma dependência grave e de difícil tratamento. Recaídas são freqüentes: 50% nos seis primeiros meses e 90% no primeiro ano. É, portanto, uma doença crônica. Não é uma opção do sujeito.
Psicoterapia e farmacoterapia são as duas abordagens para se lidar com o caso que deve contar com a ajuda e motivação ao redor do paciente, pois os dependentes que não contam com apoio intenso e seguro acabam por cair no desemprego e chegar às vias ilegais, ampliando a chance das mortes por overdose, homicídio ou suicídio. Dizem os especialistas da USP que mesmo após o tratamento e a abstinência da substância psicoativa, não se considera curado o paciente.

Charles dá claras indicações que deseja sair dessa situação em que se encontra e retomar o caminho anterior. Ele é educado, conversa bem, procura manter asseio na situação em que se encontra, chegando ao caso de lavar-se pelas imediações para poder encontrar com os seus conhecidos. Ao ganhar uma flauta soprano, discutia sobre as condições técnicas entre o modelo germânico e o barroco como facilidades para se tocar choro. Fabuloso. Um patrimônio da musica paulista. Charles é um grande artista que está à deriva e precisa, de novo, de auxilio sincero.

Amy Winehouse agora já encerrou a sua história nesta terra. Charles Pereira Gonçalves, que acaba de aniversariar neste 13 de agosto, não pretende ter outros paralelos com ela. Quer muito, como confessa aos mais próximos, voltar a trabalhar e a viver seus dias com dignidade, produzindo. Seu sopro, mesmo que com apenas um pulmão, ainda enche de encanto o espaço por onde se apresenta com sua flauta. A sociedade deve se esforçar para recuperar este talento e evitar o pior. É uma questão dura, porém, clara: não basta somente ele querer. É preciso que o entorno lhe estenda a mão e o salve também.

São Paulo, 16 de agosto de 2011
  
José de Almeida Amaral Junior
Professor universitário em Ciências Sociais
Economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em Políticas de Educação
Colunista do Jornal Mundo Lusíada On Line e das emissoras Rádio 9 de Julho AM 1600 Khz e Cantareira FM 87,5 de São Paulo.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Boteco Luxótica 50 Anos - Hotel Jequitimar/Guarujá-SP

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O luxuoso Hotel Jequitimar - Resort Guarujá, recebeu a empresa Luxótica, que trouxe seus representantes de todo Brasil, junto dos seus diretores mundiais, para a comemoração dos seus 50 anos. O evento foi produzido por Patricia Cuiabano e Fabiana Mesquita, ambientado num boteco com muito bom gosto, para receber toda a alegria dessa confraternização. A música do Dois do Brasil, com Guto Maia (guitarra e voz) e Rossana Rosengarten (voz e percussão), criou um clima descontraído, em 4 horas de canções que fizeram a história desses 50 anos da Música Brasileira e do sucesso e conquistas da Luxótica no Brasil.
No palco, um grande painel de São Paulo dos Anos 20
 
Guto Maia
Rossana Rosengarten