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Submundo - tartarugas marinhas « Vira vida, vira sorte. O mundo a gente vira.

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Por Cauê Maia no blog Projeto Viramundo Fernando de Noronha Um dia li um texto do Borges que explicava que a primeira tartaruga que existiu, aquela que deu origem ao Planeta Terra, surgiu da luz da constelação de sagitário. Símbolo de longevidade, paciência, proteção, segurança. Era uma justificativa melhor do que a primeira que me lembro para o início da minha fixação por tartarugas. Michelangelo foi o nome do meu primeiro gato siamês, lá pelos meus 8 anos, não em homenagem ao pintor renascentista, mas sim à tartaruga ninja de máscara laranja. Não tenho certeza o que foi causa e o que foi conseqüência, mas as ninjas passaram e as tartarugas permaneceram na forma de chaveiros, luminárias, bonecos, peças de artesanato. É pena neste momento não termos uma câmera subaquática. As espécies são conhecidas, documentários e programas educativos sobre a vida marinha são abundantes, mas ficar cara a cara com as raias e nadar com as tartarugas tem sido uma experiência que eu gostaria de registrar...

Aniversário dr. Tieppo no Bar de Arts

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Foi um belo evento o aniversário de 80 anos do Dr. Paulo Tieppo, almoço para 100 pessoas, com organização da competente Infinitá MultiComunicações , onde tivemos o privilégio de nos apresentar. Muito bom também foi levar nossa música a um bar que faz juz ao nome em cada detalhe BAR DES ARTS Rua Pedro Humberto. 9 Itaim SP Tel 11 3074-6363

Cortar os pulsos ou os pêlos?

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Por Guto Maia Casar ou comprar um skate? Sob o ponto de vista de “benção”, a crise criou grandes obras de arte, grandes inventos, grandes corporações, incrementou o intercâmbio cultural, sexual e o turismo. Fez cidades crescerem com as idas e vindas de pessoas fugindo de relações em crise. Viva (e sobreviva à) a crise! As pessoas, em geral, reagem à crise de quatro maneiras típicas: ou com violência; ou com ansiedade; ou depressivamente; ou negando a própria crise, segundo Bem-vindo à sua crise, de Laura Day . A autora "trabalha" cada caso no livro e insiste para não se caia nas três principais armadilhas pós-crise: ruminação, recriminação e revanche. A crise, quase sempre, é a crise de um modelo, que se deve abandonar (porque não serve mais), construindo, no processo da crise, outro. (A tal da "mitologia pessoal".) Depois de um golpe — ou até de um nocaute —, é difícil se reerguer, mas, como dizia Nietzsche, o que não mata, fortalece — então Bem-vindo à sua cri...

A cultura como ideologia I e II

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por Márcia Denser * Nosso presente histórico é caracterizado pela fusão de cultura e economia (não é uma merda? este não seria o sentido profundo do “fim da arte”?). A cultura (e a arte) não é mais aquele lugar onde negamos ou nos refugiamos das duras realidades da luta pela sobrevivência, isto é, do capital, mas sua mais evidente expressão. Por exemplo, o século XIX utilizou a beleza como arma política contra o materialismo tacanho da sociedade burguesa, dramatizando seu poder negativo para condenar o comércio e o dinheiro e gerar um desejo por transformações pessoais e sociais no coração de uma sociedade industrial horrível... Leia mais>>>

Milhares de harmonias e letras pra você!

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Olá Guto, Selecionei algumas cifras que talvez possam lhe interessar. Espero que goste das sugestões e das novidades. Leia mais>>>

VI Festa Literária de Paraty 2008

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Assista aos vídeos de palestras, mesas literárias, entrevistas no Blog da Flip 2008!

Nunca te verei, sempre te amarei!

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Por Guto Maia "Paixão é uma obsessão positiva. Obsessão é uma paixão negativa." (Paul Carvel) É estimulante estar escrevendo agora e, em tempo real, alguém em Singapura poder ler e pensar no que escrevi, sem que isso passe por nenhum canal de revisão, impressão gráfica, censura, etc. Mais interessante ainda, é saber que é possível revisar tudo no minuto seguinte, e des-dizer o que foi escrito , ou simplesmente apagar o post. Sem pretensões literárias ou jornalísticas, embora sirva a ambas, num blog eu posso escrever absolutamente tudo que penso para absolutamente ninguém , embora imagine que esteja falando pro mundo! O nível eu determino. Às vezes há consequências, é claro! Nem sempre agradáveis. Mas é o preço de se estar exposto... Leia mais>>>